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Orquestra Jovem do Estado

Referência tanto por seu bem sucedido plano pedagógico quanto por sua cuidadosa curadoria artística, a Orquestra Jovem do Estado é sinônimo de excelência musical no Brasil. Desde sua reformulação, em 2012, a Orquestra passou a ter Claudio Cruz como regente titular e diretor musical, o que ocasionou um expressivo salto de qualidade. Hoje, a Orquestra apresenta uma marcante identidade sonora, e sua forte coesão interna permite a construção de repertórios cada vez mais desafiadores técnica e estilisticamente.

Esse sucesso é fruto da abrangência de suas atividades pedagógicas, que formam e inspiram os jovens instrumentistas. Na EMESP Tom Jobim, os bolsistas têm aulas com foco na temporada do grupo, que vão desde a prática instrumental até o estudo de história da música. Intensivos, os ensaios seguem o modelo de festival, com preparação de naipes, imersão no repertório e profunda interação com solistas e regentes convidados.

Outro fator determinante na evolução do grupo foi a criação, também em 2012, do Prêmio Ernani de Almeida Machado, em parceria com o escritório Machado Mayer Advogados. Voltada a bolsistas da Orquestra, a premiação contempla um grande vencedor e quatro finalistas, e todo dinheiro recebido pelos jovens deve ser investido em seu aperfeiçoamento musical, como a compra de instrumentos ou financiamento de cursos em academias estrangeiras.

Ciente da importância da vivência internacional para a formação dos jovens músicos, a Orquestra realiza regularmente turnês no exterior. Com atuações elogiadas pelo público e crítica internacional, o grupo já se apresentou em importantes salas de concerto, como o Lincoln Center, em Nova York, o Kennedy Center, em Washington e a Konzerthaus, em Berlim – além de ter participado como orquestra residente do Festival Berlioz, na cidade natal do compositor francês, La Côte-Saint-André, interpretando a “Sinfonia Fantástica”.

 

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